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Ações – Veja como investir

Para o casal que está começando uma vida agora, e tem um dinheiro guardado para investir em algo que dê retorno a longo prazo, veja aqui como entrar no mundo das ações.

O que é e por quê

Uma ação representa um “pedaço” de uma determinada empresa. Quando um investidor compra uma ação na Bolsa de Valores, ele se torna um sócio da companhia, mesmo que em proporção pequena em relação ao controlador, que é chamado de sócio majoritário. As ações costumam acompanhar o valor da empresa. Se ela tiver bom desempenho, o valor da ação tende a subir. Se for mal, o valor cai.

Existem diferentes ações, que designam direitos e poderes diferentes a seus detentores. Nas ações preferenciais (PN), por exemplo, o detentor tem preferência no recebimento de dividendos (percentual sobre o lucro da companhia), embora não tenha direito a votar nas decisões do Conselho Administrativo. Já as ações ordinárias (ON) dão o direito a voto nas decisões da empresa, mas não têm preferência na distribuição de resultados. Existem também as “units”, que são recibos representativos de uma pequena cesta de ações da mesma empresa.

O valor das ações oscila e, por isso, elas são chamadas de ‘ativos de renda variável’ e consideradas investimento de risco. O que determina se o valor da ação vai subir ou cair é o desempenho dela no mercado, que pode também receber interferência da economia como um todo, da política econômica do governo, e de fatores externos, como queda de preços no mercado internacional.

Por isso, quem investe em bolsa deve buscar ações de empresas sólidas ou orientação de um profissional de confiança. Também deve ter em mente que este é um investimento de longo prazo. O valor da ação pode cair hoje e se recuperar daqui a alguns meses.

Mesmo no Brasil, em que as taxas de juro desde o início do Plano Real (1994) mantiveram-se em patamares extremamente altos, as ações de muitas companhias bateram com folga o retorno do CDI (taxa de juro praticada entre os bancos e que serve de referência para aplicações em renda fixa).

Assim, para objetivos de investimentos de longo prazo, como aposentadoria, por exemplo, e para a diversificação de seus investimentos, possuir uma parcela de suas aplicações em ações pode ser uma boa estratégia. Isso porque é essa fatia investida em ações que, em um horizonte mais longo de tempo, tende a apresentar maiores retornos do que as aplicações em renda fixa, contribuindo assim para aumentar o retorno de sua carteira ao longo dos anos.

 

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