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Pílula: Parceira ou inimiga?

Apesar dos médicos garantirem que os anticoncepcionais químicos (comprimidos, anéis vaginais, injeções…) não tiram o tesão, porque muitas pessoas afirmam isso? Bem, esses mesmos médicos afirmam que isso se deve a um fator psicológico. Os ginecologistas são categóricos ao dizer que a causa do desejo sexual hipoativo (nome científico para o desinteresse sexual) raramente pode ser atribuída aos métodos contraceptivos. Segundo eles, a crença de que os comprimidos para evitar a gravidez sejam os vilões dessa história é herança de um tempo em que esses medicamentos continham, sim, altas doses dos hormônios sintéticos estrogênio e progestógeno – e consequentemente interferiam na libido.

Dos anos 50 pra cá, no entanto, as pílulas se tornaram bem menos agressivas para o organismo. As primeiras tinham como efeito colateral baixar muito o nível de testosterona da mulher, hormônio que mais funciona como regulador do apetite sexual. As pílulas modernas cortam o suprimento da hipófise, mas não da carga da suprarrenal, suficiente para manter o desejo funcionando.

Talvez o vilão seja outro

Há várias causas que podem influenciar a queda da libido, como o tipo de contraceptivo que você toma. A maioria deles corta a fase de pico da libido, porém, também elimina a fase do ”baixo tesão”, criando uma estabilidade nesse ciclo. O DIU Mirena, por exemplo, age de maneira diferente, ele libera um hormônio no interior do útero, influenciando assim, no aumento da libido. Fatores como stress, trabalho, questões financeiras e, até a tireóide podem ser culpados. A dica é procurar a fundo o que pode estar influenciando esse problema e procurar a melhor forma de resolvê-lo. Tente usar sua imaginação, dê asas a suas fantasias e explore as possibilidades que essa atividade oferece. O ócio é amigo do sexo!

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